Um pouquinho de mim...

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Eu sou Apaixonada pela Natureza! Apaixonada pela Família, isso inclui meu Noivo! Apaixonada pelo meu Willy Mufasa (meu pinscher de 10 anos)... Apaixonada por todos os animais! Apaixonada pelas minhas plantas... Apaixonada por plantas! Apaixonada por cactos! Apaixonada por fotografar (a Natureza)! Apaixonada pelos meus Amigos e Amigas! Apaixonada pelas coisas simples da vida! Apaixonada por DEUS! Um dos meus sonhos é sair da cidade, ter uma casa no campo, acordar com o canto dos pássaros, sentindo cheiro de mato, avistando um grande jardim de misturebas! Outro sonho é conhecer todas as belezas naturais do o meu país, Brasil!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Porteiras e portões...

Não vejo a hora de ter o meu cantinho no interior, e poder ter uma porteira (ou portão) bem linda...






Esse assunto me fez lembrar dessa música (A música é triste, mas eu gosto)...



O Menino Da Porteira (Sérgio Reis)
Composição: Teddy Vieira / Luizinho

Toda vez que eu viajava pela Estrada de Ouro Fino
de longe eu avistava a figura de um menino
que corria abrir a porteira e depois vinha me pedindo:
- Toque o berrante seu moço que é pra eu ficar ouvindo.

Quando a boiada passava e a poeira ia baixando,
eu jogava uma moeda e ele saía pulando:
- Obrigado boiadeiro, que Deus vá lhe acompanhando
pra aquele sertão à fora meu berrante ia tocando.

Nos caminhos desta vida muitos espinhos eu encontrei,
mas nenhum calou mais fundo do que isso que eu passei
Na minha viagem de volta qualquer coisa eu cismei
Vendo a porteira fechada o menino não avistei.

Apeei do meu cavalo e no ranchinho a beira chão
Ví uma mulher chorando, quis saber qual a razão
- Boiadeiro veio tarde, veja a cruz no estradão!
Quem matou o meu filhinho foi um boi sem coração!

Lá pras bandas de Ouro Fino levando gado selvagem
quando passo na porteira até vejo a sua imagem
O seu rangido tão triste mais parece uma mensagem
Daquele rosto trigueiro desejando-me boa viagem.

A cruzinha no estradão do pensamento não sai
Eu já fiz um juramento que não esqueço jamais
Nem que o meu gado estoure, e eu precise ir atrás
Neste pedaço de chão berrante eu não toco mais.

Beijnhos da Chá :))

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